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5 de dez. de 2013

ELEIÇÕES 2014 RS: Senadora Ana Amélia (PP) lidera pesquisa eleitoral

Pesquisa realizada pelo instituto Methodus entre os dias 26/11 à 02/12, em 24 cidades gauchas, com 1.500 pessoas, aponta que somente a Senadora Ana Amélia Lemos (PP) pode vencer Tarso Genro (PT), atual governador do RS, na corrida pelo Palácio Piratini em 2014. Na imagem abaixo do Jornal Metro os números, inclusive para presidente.
Fonte: Jornal Metro
Edição: ALO

4 de nov. de 2010

Número de justificativas de voto em Garopaba surpreende mesários.

Em Garopaba, tão tranquilo quanto o primeiro turno das Eleições 2010, foi o segundo. Os eleitores demoraram menos de meio minuto para votar e não houve muitas anormalidades. Apenas na Escola de Educação Básica Maria Correa Saad a urna da seção 14 começou a funcionar as 08h15min, devido erro no ajuste da hora.

Os eleitores, em grande parcela, preferiram o período da manhã para votar, ao contrário do primeiro turno, que foi à tarde. O que mais surpreendeu quem trabalhou no pleito foi a quantidade de justificativas de voto. Isto aconteceu devido ao feriado prolongado de 02 de novembro, Finados.


Abaixo, observe os gráficos com o resultado oficial, divulgado no site do TRE-SC, e uma pesquisa realizada em cinco dos seis locais de votação de Garopaba referente às justificativas de voto. 

O resultado final no município de Garopaba apontou 5 947 mil votos para José Serra (PSDB) e 4 706 mil para Dilma Rousseff (PT).
 




Heloiza Abreu - ALO Imprensa

3 de nov. de 2010

ALO WEB TV - Atuais

Presidente Lula afirma que somente Dilma pode escolher equipe de governo

 
Veja qual é o carro mais caro do Salão do Automóvel de São Paulo

O Pagani Zonda R custa R$ 10 milhões e é o carro mais caro da 26ª edição do Salão do Automóvel de São Paulo. O veículo, que é desenvolvido para pistas, é feito com fibras de carbono e somente existe 20 unidades do modelo.


Artista faz esculturas perfeitas de bebês em resina, no Canadá

As obras de arte encantam pela perfeição dos bebês, que cabem na palma da mão. Os mimos custam de R$ 300 a R$ 4.000 e são vendidos pelo site da artista.

14 de out. de 2010

CNT/Sensus aponta para empate técnico entre Dilma e Serra

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, mantém a liderança na disputa contra José Serra (PSDB). Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta quinta-feira (14) mostra que Dilma tem 52,3% da preferência do eleitorado, contra 47,7% de Serra. O resultado considera os votos válidos, quando são excluídos brancos e nulos.

Em votos totais, Dilma tem 46,8% contra 42,7% do adversário tucano. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Brancos e nulos somam 4%, e indecisos ou que não responderam chegam a 6,6%, de acordo com o levantamento.

Horário eleitoral

A pesquisa da Sensus também traz a opinião dos entrevistados sobre qual a melhor propaganda eleitoral dos candidatos a presidente no segundo turno e sobre quem se saiu melhor no debate realizado no último domingo (10), pela TV Bandeirantes.

De acordo com a pesquisa, 62,2% dos eleitores disseram já ter assistido ao programa eleitoral e, desses, 52,5% acham a propaganda de Dilma melhor. Outros 47,5% preferem a de Serra. Já para todos os eleitores, 28,4% escolheram o programa de Dilma e 25,7% o de Serra, 37,9% não assistiram e 8,1% não sabem ou não responderam.

Em relação ao debate da Band, em que Dilma e Serra trocaram acusações, 54,7% dos eleitores que assistiram ao programa acreditam que Dilma se saiu melhor e 45,3% acham que Serra teve um desempenho superior. Assistiram ao debate 30,9% dos eleitores questionados pelo Sensus.

O Sensus ouviu 2.000 pessoas, em 136 municípios de 24 Estados, entre os dias 11 e 13 de outubro. A sondagem foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 8 de outubro sob o número 35560/2010.

Edição:
ALO Imprensa
Fonte e foto: R7

11 de out. de 2010

ELEIÇÕES 2010: Serra e Dilma trocam ataques durante o debate da Band

A Rede Bandeirantes promoveu na noite deste domingo o primeiro debate do segundo turno da eleição presidencial. O confronto - mediado pelo jornalista Ricardo Boechat - mudou o tom da campanha e foi marcado pela troca de acusações entre os participantes, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), que adotaram uma postura mais franca em relação aos embates realizados no primeiro turno. Dilma disse ser vítima de acusações difamatórias e caluniosas vindas do partido tucano e de seu vice, o deputado Indio da Costa (DEM).

Serra, por outro lado, afirmou que Dilma se “vitimiza” e que ele também foi vítima da campanha da petista. A privatização de estatais foi um dos temas que abordados pelos candidatos. O assunto tomou boa parte do terceiro e quarto blocos.

O tucano declarou também que Dilma não mostra suas posições, como sua visão sobre a descriminalização do aborto. A petista rebateu respondendo que, para ela, o tema deve ser tratado como questão de saúde pública. “Entre prender e atender, eu prefiro atender”, declarou a candidata.

Primeiro bloco

Na primeira parte do confronto, Serra citou o escândalo na Casa Civil, que levou à demissão da ministra Erenice Guerra, e disse que, no início das acusações, a petista se referiu ao caso como uma “campanha orquestrada”. Dilma defendeu-se dizendo que o governo Serra “está dando os primeiros passos para ser enquadrado na Lei Ficha Limpa devido às calúnias usadas em sua campanha”.

Dilma questionou ainda o adversário sobre o caso de seu ex-assessor Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, que, segundo ela, teria desviado mais de R$ 4 milhões da campanha do tucano. Serra não comentou o caso.

Segundo bloco


Ao comentar o processo de capitalização da Petrobras, a petista declarou que o governo liderado por Fernando Henrique Cardoso perdeu participação na empresa. Serra rebateu dizendo que “o PT volta sempre com essa história” em época de eleições, acusando a administração de Luiz Inácio Lula da Silva de “desnacionalizar os proprietários do Banco do Brasil” ao colocar ações da instituição na Bolsa de Nova York.

Dilma declarou que o adversário “tem mil caras”, questionando se os tucanos são a favor da privatização do pré-sal, que classificou como uma “riqueza do povo brasileiro”. Serra disse ter uma “relação especial com a Petrobras”, e alegou ter lutado pelo fortalecimento da estatal quando líder estudantil e também na época em que foi ministro do governo de Fernando Henrique Cardoso.

Para o tucano, sem a privatização da telefonia, o Brasil seria ainda o “país do orelhão”, acusando ainda membros ligados ao PT de utilizar estatais para proveito próprio. “Vou reestatizar os Correios e a Caixa Econômica Federal. Hoje elas servem a amigos e companheiros”, disse Serra.

Terceiro bloco

Dilma questionou o rival sobre quantas privatizações foram feitas na época em que ele era ministro do Planejamento. Serra atacou a adversária dizendo que ela já teria elogiado a privatização no setor de telecomunicações e defendeu a venda da Nossa Caixa para o governo federal.

Os candidatos debateram ainda questões ligadas à saúde pública, como os medicamentos genéricos. Em sua pergunta, Serra afirmou que em sua gestão no Ministério da Saúde foi implantado o genérico no Brasil e criticou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) por demorar “três, quatro vezes mais tempo para aprovar os genéricos”.

Dilma respondeu dizendo que Serra estaria “enrolando”, pois o governo atual “aumentou a produção de genéricos no Brasil, são dados oficiais que comprovam isso”.

Quarto bloco

Na quarta parte, Serra afirmou que Dilma não cita os ex-presidentes Fernando Collor (PTB) e José Sarney (PMDB) como seus aliados de campanha. “Ela tem dois ex-presidentes com ela, que a candidata não cita, o Collor e o Sarney. Eu tenho o Itamar [Franco] e o Fernando Henrique [Cardoso]”, declarou Serra.

Na réplica, Dilma disse que o rival descumpriu o compromisso de não deixar a Prefeitura de São Paulo para disputar o governo do Estado e o acusou de, após ser eleito governador, não prosseguir com os programas sociais de Geraldo Alckmin (PSDB).

Os adversários discutiram também a questão dos portos e aeroportos no país, classificado por Serra como um dos setores “mais atrasados” no país. Segundo Dilma, os problemas tiveram origem no governo de Fernando Henrique. “O governo do qual o senhor foi ministro parou de investir no setor. Nós corremos atrás”, declarou, citando o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Considerações finais


No quinto e último bloco, Dilma afirmou que não fez “campanha baseada no ódio; respeitei a tolerância que é a maior virtude do povo brasileiro”. Além disso, ela afirmou lamentar “os momentos em que essa campanha baixou o nível e usou de calúnias para me atacar”, completou.

A petista comparou os governos de Fernando Henrique e de Lula, pedindo para que o eleitor compare um país com “muitas privatizações, taxa de crescimento baixa, rendição ao FMI” com “um governo de 14 mil empregos, que fez o Brasil crescer”.

Serra usou sua trajetória política para defender sua candidatura. “Ofereço minha biografia”, disse, citando os cargos que ocupou, como deputado, prefeito, governador e ministro.

O tucano prometeu dar continuidade aos bons programas do atual governo e afirmou que o Bolsa Família começou a ser implantado no governo de Fernando Henrique Cardoso. 




Fonte: eBand
Foto: Nelson Antoine/Agência Estado


Debate não eleva audiência da Band

Segundo o Ibope, média da emissora não ultrapassou os 4 pontos de audiência em São Paulo, tendo números mais baixos no Rio de Janeiro.

  Fonte: R7

28 de set. de 2010

Datafolha aponta segundo turno entre Dilma e Serra

Pesquisa Datafolha feita nesta segunda-feira, 27/09, aponta queda de Dilma Rousseff (PT) e real possibilidade de haver segundo turno na corrida presidencial. Segundo o instituto, ela perdeu 3 pontos entre quinta-feira e ontem. Mantido esse ritmo de queda, haveria segundo turno, uma vez que a petista, nos números do Datafolha, já entrou na margem de erro de uma vitória em turno único.

Na média das quatro sondagens mais recentes, porém, Dilma ainda ganharia no primeiro turno, com 55% dos votos válidos. Entraram no cálculo da média duas pesquisas feitas pelo Datafolha, uma do Ibope e outra do Vox Populi, todas concluídas nos últimos quatro dias. A média tem a vantagem de diluir eventuais pontos fora da curva em uma sequência de pesquisas, mas é mais lenta para detectar mudanças bruscas de tendência do eleitorado.

Na sondagem feita nesta segunda, o Datafolha aponta uma queda das intenções de voto de Dilma para 46% do total de votos, ou 51% dos válidos. Segundo o instituto, o desgaste da petista, antes limitado aos segmentos mais rico e escolarizado, alcançou o eleitorado que ganha de 2 a 5 salários mínimos. É a primeira vez nesta eleição que uma pesquisa indica uma mudança de voto que desce a pirâmide social. Até então havia sido no sentido contrário.

Em comparação ao levantamento anterior do mesmo instituto, aumentaram os eleitores sem candidato (indecisos e quem pretende votar branco ou nulo), de 8% para 11%.

É como se uma parte do eleitorado de Dilma, diante das denúncias e das críticas de Lula à imprensa nas últimas semanas, tivesse ficado em dúvida e estivesse repensando seu voto.

Isso porque, entre os adversários, apenas Marina Silva (PV) se beneficiou da queda de Dilma no Datafolha. Ela foi a 14% no total de votos, ou 16% dos válidos. José Serra (PSDB) continua com 28% no total, e chegou a 32% nos válidos, nas contas do instituto. Os demais candidatos não somaram 1%, mas o instituto não informou se, juntos, atingem esse percentual.

A pesquisa Datafolha contrasta com o tracking diário do Vox Populi (uma média móvel de quatro dias, com amostras diárias de 500 entrevistas). O percentual de Dilma ontem, no tracking, continuava sendo de 49%, como na véspera. Serra seguia com 24%, enquanto Marina mantinha a tendência de crescimento e chegava a 13%.

O Datafolha é o único dos institutos que divulgam pesquisas sobre a eleição presidencial que faz as entrevistas em pontos de fluxo, e não na casa dos eleitores. Por conta disso, o perfil de sua amostra tende a ser um pouco diferente dos demais: capta a opinião de mais pessoas ativas, que saem à rua com frequência.

Teoricamente, esses eleitores são uma espécie de vanguarda das mudança de humor do eleitorado, que demorariam a atingir os mais caseiros. Mas essa é uma hipótese ainda a ser provada.

O movimento que poderia levar a eleição para o segundo turno poderá ser confirmado ou não nos próximos dias. Há três novas pesquisas a serem divulgadas entre hoje e quinta-feira: do Ibope. do Sensus e outra do próprio Datafolha.

Fonte e Foto: MSN Brasil