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1 de fev. de 2013

O CONGRESSO MUDA PARA CONTINUAR IGUAL...

Vendo este vídeo do Augusto Nunes, que já esteve aqui no RS atuando no Grupo RBS, eu tenho que concordar em gênero, número e grau. Faço as palavras dele, as minhas. Infelizmente o Brasil é isso...

8 de fev. de 2011

PDT, a pedra no sapato de Dilma

Após um dia inteiro de negociações sobre o salário mínimo, os aliados de Dilma davam como quase certa a aprovação do novo salário mínimo de 545 reais já na próxima semana. O ‘quase’, no caso, se deve à resistência de um dos partidos da base governista, o PDT, liderado pelo deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SP). O governo quer transformar a aprovação rápida do mínimo numa demonstração de força no Congresso. A recusa do sindicalista Paulinho em engolir o valor imposto por Dilma, somada à reação dos oposicionistas, pode estragar essas pretensões.

Os partidos aliados fecharam questão em torno da proposta do governo. A exceção é o PDT. Destacado por Dilma para costurar os acordos com os parlamentares da base, Vacarezza conversou nesta terça com Paulinho, que pede um mínimo de 580 reais. Mais uma vez, não conseguiu convencê-lo.

Nos bastidores, o governo admite negociar até 550 reais. O sindicalista afirma que a diferença é insuficiente. “Com cinco reais só dá para tomar dois copos de pinga”, disse o deputado Paulinho da Força.

Oposição 

Na trincheira, PSDB e DEM reagem. O líder dos tucanos no Senado, Alvaro Dias (PSDB-PR), afirma que a bancada irá defender um mínimo de 600 reais. "Há espaço, sim, para um salário mínimo melhor. O governo tem outras áreas a cortar", declara. Ele reconhece que a postura do partido pode ser apenas simbólica, já que a maioria governista deve conseguir a aprovação do valor de 545 reais.

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), não se opõe à manobra regimental para a aprovação célere do projeto de lei. "Aqui não existe manobra jurídica. Existe o regimento da casa. Todos os partidos podem se utilizar do regimento para votar ou não votar matérias". Ele se reuniu com a presidente Dilma nesta terça, mas garante que o mínimo não foi tema do encontro.

Tanto a oposição quanto parlamentares do PDT acham pouco provável que o Congresso coloque em votação o novo valor do mínimo já nesta terça-feira, como promete Vaccarezza.


Fonte: Veja Online
Foto: José Cruz / Agência Brasil
Edição: ALO Imprensa

31 de jan. de 2011

Mais de 500 deputados e 50 senadores tomam posse nesta terça-feira

congressonacional
Nesta terça-feira (1°), 513 deputados federais tomarão posse no plenário da Câmara. A cerimônia está prevista para as 10h, e são esperadas cerca de 3.500 pessoas. Mas a disputa por lugares será grande, já que o local tem apenas 400 cadeiras.

No Senado, também haverá cerimônia para receber os 54 senadores eleitos. Desse total, 17 foram reeleitos, cinco já foram senadores e estão retornando e 32 são estreantes na Casa. No dia 1º, serão feitas três reuniões consecutivas, chamadas "reuniões preparatórias". 

Clic no link abaixo e leia matéria que publicamos aqui no ALO Imprensa: 

Isto é um absurdo: R$ 32,62 é o que você paga por ano para manter o Congresso Nacional funcionando.

Eleição

Ainda na terça-feira, o Congresso terá a missão de escolher os parlamentares que vão mandar nas duas Casas pelos próximos dois anos. Senado e Câmara são dirigidos por suas respectivas Mesas Diretoras, formadas por 11 membros escolhidos pelos colegas. A função é, basicamente, ajudar na formulação das leis e administrar as Casas.

Apesar da importância do dia, a escolha dessas pessoas não é exatamente uma surpresa. Isso porque, nessa hora, quem manda é a "tradição", que entrega o comando do Congresso aos partidos com mais parlamentares eleitos.
Isso significa que a sigla que mais eleger parlamentares fica com a presidência. No Senado, por exemplo, o escolhido deve ser o atual presidente, José Sarney (AP), senador do PMDB, que é dono de 21 cadeiras, seis a mais que o PT e dez a mais que o PSDB, as duas legendas mais votadas na sequência. 

Bancada catarinense na Câmara Federal tem projetos definidos 

Assumirão por Santa Catarina em Brasília 16 parlamentares, duas mulheres: Luci Choinacki (PT) e a suplente Carmen Zanotto (PPS). Gean Loureiro (PMDB), é o mais novo com 39 anos e Onofre Agostini (DEM), o que tem mais idade, 70 anos. 

Os deputados federais são experientes. O time é formado por reeleito, ex-deputados federais e estaduais e apenas dois suplentes são novatos. Por isso, eles já estão com os primeiros projetos definidos e dando seu recado nas redes sociais. 

Dos 16 integrantes, 13 já sabem o que vão propor e um ainda fará “planejamento estratégico,” antes de elaborar as prioridades. A educação é um dos temas mais citados pelos parlamentares, eles se preocupam  em garantir vagas aos estudantes de escolas públicas e com baixa renda familiar em universidades federais, comunitárias e particulares. 

Vamos acompanhar de perto como nossos representantes irão se sair no Congresso Nacional.  


Fontes: R7 e DC 
Imagem: Google 
Edição: ALO Imprensa