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13 de nov. de 2012
29 de out. de 2012
IMBITUBA/SC: Montadora chinesa de olho na cidade
Em agosto, representantes da montadora chinesa Geely estiveram em Imbituba junto com representantes da Santos Brasil que vêm realizando um trabalho de divulgação comercial de Imbituba, do Porto de Imbituba e todas as potencialidades no mercado chinês já faz algum tempo. Na ocasião os chineses mostraram interesse no município.
Na próxima semana uma comitiva catarinense chefiada pelo governador Raimundo Colombo viajará para a China na busca de intercâmbio e novos negócios para o estado. A viajem ocorrerá entre os dias 02 e 13/11 e na comitiva estará presente o prefeito de Imbituba, Beto Marins, que buscará estreitar o relacionamento com a montadora e tentará atrair os investimentos dos chineses.
A empresa, uma das maiores montadoras da Ásia, pretende construir um complexo industrial para a fabricação de motores, chassis entre outros materiais. A empresa Geely também é dona da Volvo. Segundo a assessoria da prefeitura, esta é a primeira vez que um prefeito de Imbituba vai para Japão e China em comitiva oficial.
Fonte: Blog Rafael Matos
Foto: Salão de Carros
Edição: ALO
24 de out. de 2012
IMBITUBA/SC: Mistura Fina Art Club foi interditado pela Polícia Civil
Mistura Fina Art Club, casa noturna localizada Rodovia SC 434, Km 11, na divisa de Imbituba com Garopaba, foi interditada na madrugada do último domingo (21) pela Polícia Civil, através do Setor de Jogos e Diversões e do Setor de Investigação da Comarca de Imbituba e dos Policiais Civis da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Laguna.
A casa estava com irregularidades há alguns meses e estava funcionando sem a posse dos devidos alvarás. Mesmo após notificação de interdição feita pelo Setor de Jogos e Diversões da Delegacia de Polícia da Comarca de Imbituba, continuou realizando eventos no local, descumprimento todas as determinações da Autoridade Policial.
Em função as diversas irregularidades encontradas pelo Poder Público e as reiteradas ocorrências policiais registradas nos dias dos eventos, o Ministério Público ingressou com a Ação Civil Pública, sendo prontamente concedida uma liminar, pelo Juízo local, determinando a interdição do Mistura Fina.
Ao final da Operação, o estabelecimento foi lacrado. O Juízo estipulou multa de R$ 50 mil por dia, em caso de descumprimento às determinações.
“Colabore com a Polícia Civil. Denuncie. Disque 181.”
Fonte e foto: Polícia Civil
Edição: ALO
19 de set. de 2012
IMBITUBA: Diretório estadual suspendeu expulsões que haviam ocorrido no município
Florianópolis (SC) – A executiva estadual do PMDB recebeu, na manhã desta segunda-feira (17), na sede do diretório estadual, representantes do PMDB de Imbituba. Após receber da comissão do município a documentação do processo que pretendia a desfiliação de membros da sigla na cidade, a executiva resolveu pela suspensão e destituição de eficácia jurídica das expulsões de filiados do partido em Imbituba, verificadas no mês de setembro de 2012.
De acordo com o presidente do PMDB estadual, Eduardo Pinho Moreira, será analisado o recurso, conforme determina o estatuto partidário e o código de ética do PMDB, permitindo o direito de defesa dos envolvidos.
Os líderes peemedebistas ainda definiram as ações do grupo na reta final das campanhas municipais e informaram que nesta semana a caravana que tem percorrido Santa Catarina fará roteiro na Grande Florianópolis e depois seguirá para Oeste catarinense.
Na quarta-feira, o presidente do PMDB, participa da posse do catarinense Vinicius Lummertz na Secretaria Nacional de Políticas de Turismo.
Moreira comunicou, ainda, que após o dia 28 vai reforçar sua participação na região Sul.
Fonte e foto: PMDB/SC
17 de set. de 2012
Porto de Imbituba: Concessão vive indefinição
Um ato do ex-presidente Getúlio Vargas, durante a II Guerra Mundial, abriu um debate sobre a concessão do Porto de Imbituba, em Santa Catarina, tema que pode terminar na Justiça. A Companhia Docas de Imbituba (CDI), empresa privada de capital aberto que administra o porto, vem discutindo com o governo federal o direito à concessão por mais três anos e dez meses. O período começaria a contar a partir do vencimento da concessão da CDI, em 15 de dezembro.
O prazo reivindicado pela companhia corresponde ao tempo em que o porto ficou sob intervenção federal durante a II Guerra Mundial, quando Vargas, em função de questões de segurança nacional, declarou força maior sobre Imbituba, porto que surgiu para escoar carvão das jazidas catarinenses. Naquele período, o contrato de concessão foi suspenso. "Três anos e dez meses foram suprimidos do contrato original", diz Benjamin Gallotti, advogado da CDI. A empresa apresentou requerimentos à Secretaria Especial de Portos (SEP) e à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para que o prazo fosse "restituído" ao contrato. "Não se trata de um pedido de prorrogação", diz Gallotti.
A SEP respondeu, em parecer, que a competência sobre o tema era da Antaq, segundo Gallotti. E a Antaq negou o pedido com o argumento de que o prazo para essa demanda estava prescrito. A CDI pretende apresentar um novo pedido à Antaq para que a agência reconsidere o assunto. Se o pedido for indeferido, os acionistas da CDI vão avaliar se entram com ação na Justiça.
Procurada, a SEP disse que o novo marco regulatório para concessões e arrendamentos será divulgado no pacote para os portos em preparação pelo governo federal. Os portos estão sendo analisados caso a caso, inclusive Imbituba. Esse porto é simbólico da indefinição pela qual passa o setor portuário brasileiro. A três meses do fim da concessão, que em 2012 completa 70 anos, não está claro o que vai acontecer com a administração do porto, a partir de 16 de dezembro.
O que fica evidente, na visão de empresários, é que não há tempo hábil até dezembro para se fazer um modelo de concessão pública para Imbituba. Para Gallotti, a União tem de tomar uma decisão. Um caminho seria restituir o tempo suspenso à CDI durante a II Guerra até que se faça a licitação para definir o novo administrador do porto, hipótese até agora negada pelo governo. Outra opção é a União assumir a administração direta de Imbituba. Nesta hipótese, uma das companhias docas públicas poderia assumir a administração do porto. Neste cenário, são mencionados dois candidatos: a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e a Superintendência do Porto de Rio Grande (SUPRG). Modelo semelhante já existe como no caso do porto de Maceió que é subordinado à Companhia Docas do Rio Grande do Norte.
Ao assumir o porto, a União teria de extinguir a concessão da CDI, o que levaria a um encontro de contas com o concessionário e a um provável pedido de indenização da Companhia Docas de Imbituba por lucro cessante. Como administradora do porto, a CDI gerencia receitas e despesas e faz um encontro de contas com a União. Dados da CDI indicam que até 2008 a empresa tinha entre R$ 130 milhões e R$ 140 milhões a receber, mas o número poderia chegar a R$ 800 milhões se forem considerados itens glosados (cobranças não reconhecidas pelo governo) mais juros e correção monetária.
Para Gallotti, a situação de Imbituba cria instabilidade regulatória pois o governo não diz qual será o futuro do porto. Imbituba tem hoje arrendamentos feitos para empresas privadas que movimentam contêineres, fertilizantes e coque. A maior parte desses arrendamentos continuará válida após o término da concessão da CDI. Existe área vizinha ao porto, controlada pela CDI, que tem autorização para receber terminal de uso privativo. A área poderá ser agregada ao porto, mas o tema também passa por definições do governo em relação aos terminais privativos.
Fonte: Valor
16 de set. de 2012
PMDB/SC lança nota sobre expulsões em Imbituba
O PMDB de Santa Catarina, diretório estadual, lançou nota assinada pelo presidente Eduardo Pinho Moreira (PMDB), sobre o processo de expulsão de membros do diretório de Imbituba que não aceitaram o apoio do partido à candidatura de Christiano Lopes (PSD) a prefeito. Confira.
6 de set. de 2012
Porto de Imbituba tem os molhes recuperados
O molhe teve 480 metros restaurados com tetrápodes para aumentar a segurança da estrutura, utilizando 296 mil toneladas de rochas. A comissão foi conduzida por Fábio Lavor Teixeira, coordenador-Geral de Estudos e Projetos do Departamento de Infraestrutura Portuária da SEP. Segundo ele, a função principal da obra é garantir segurança e estrutura do molhe as próprias operações do porto, proteger o cais das ondas e proporcionar águas tranquilas.
Segundo Jeziel Pamato, administrador do Porto de Imbituba, a visita representa a conclusão de um longo e importante trabalho. “Os molhes de abrigo são uma característica peculiar do Porto de Imbituba e devido à ação do tempo e da natureza precisaram ser recuperados. Com muita dedicação, apoio do Governo e o trabalho do Exército, o porto está estruturalmente seguro para o crescimento”, ressaltou.
Os molhes de abrigo do Porto de Imbituba, com 845m de comprimento, foram construídos entre 1970 e 1982 para proteger o canal de aproximação e a bacia de evolução do Porto, contra a propagação das ondas oceânicas, proporcionando águas tranquilas para a operação dos navios. Porém, com o tempo foram se desgastando, havendo a necessidade de sua recuperação em 2007.
Fonte: Guia Marítimo
27 de jul. de 2012
Porto de Imbituba: Indefinição quanto a nova gestão preocupa a região
Ainda não há uma definição quanto ao futuro da gestão do Porto de Imbituba. E isso preocupa a muita gente, principalmente os membros do Conselho de Autoridade Portuária (CAP).Hoje, o porto, que pertence ao governo federal, é administrado pela Companhia Docas, que possui a concessão há quase 70 anos. E é justamente em 15 de dezembro deste ano que o período acaba, e uma solução deve ser encontrada. “Não pode passar uma hora deste prazo. E não há mais tempo para fazer uma licitação para uma concessão privada”, lamenta o presidente do CAP, Gilberto Barreto.
O presidente também lembra que há alguns meses a Companhia Docas reivindicou à Secretaria dos Portos da União para que o prazo fosse estendido por mais 40 meses. “Isto seria uma compensação pelo tempo que o porto ficou sob o comando do governo durante a 2ª guerra mundial, na década de 1940. Mas isto ainda está em estudo”, conta Gilberto.
Para o conselho, uma solução seria uma parceria pública-privada. “Mas uma nova modelagem ainda é estudada pela secretaria dos portos”, lembra o presidente.
O término desta concessão, para Gilberto, é o evento mais importante para o sul do estado. “É um momento de grande desenvolvimento e uma oportunidade para fomentar a economia”, revela.
Nos últimos anos, o porto cresceu e muito. Deixou de ser um porto que servia apenas para o escoamento do carvão. Hoje, o empreendimento recebe uma média mensal de 12 escalas. “Para o próximo mês, este número deve aumentar para 60”, adianta Gilberto.
E, para comportar tanto movimento, investimentos na malha viária do município devem ser feitas com urgência.
R$ 45 milhões em obras viárias
Em um ano, o movimento de navios no Porto de Imbituba deve aumentar cinco vezes. Esta é a estimativa do Conselho de Autoridade Portuária (CAP).
Com tantas escalas, especula-se que passem pela via de acesso ao porto pelo menos mil carretas ao dia. Nos próximos 15 anos, este número deve triplicar. “Isto ocorrerá quando a capacidade do porto atingir o seu ponto máximo”, revela o presidente do CAP, Gilberto Barreto.
Para comportar tanto movimento, um projeto de duplicação da via foi feito pela Santos Brasil e doado para a prefeitura de Imbituba. “O custo foi de R$ 1 milhão”, afirma o prefeito Beto Martins (PSDB).
Ainda faltam as liberações das licenças ambientais. “A Santos Brasil já começou a fazer os estudos”, relata Beto. A intenção do prefeito é que esta obra esteja no orçamento da União para o próximo ano. Estima-se que sejam gastos R$ 45 milhões.
Para que os 5,5 quilômetros da via, que inicia no trevo de acesso ao bairro Nova Brasília, sejam duplicados, será necessário federalizar a rodovia. “Isso é necessário para que não haja problemas na liberação dos recursos”, explica o prefeito. Os primeiros contatos com o Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit) já foram realizados.
Esta é uma obra vital para o município e esperada por muitos. “Se nada for feito, com o aumento do movimento, haverá congestionamentos na cidade e na BR-101”, prevê Beto. Após a definição da empresa que duplicará a estrada, os serviços devem durar em torno de um ano.
Fonte: Notisul
26 de dez. de 2011
Imbituba FC fecha as portas
O presidente do Imbituba Futebol Clube, Robertinho Rodrigues, anunciou nesta quinta-feira que a agremiação da Capital da Baleia Franca fechará as portas por tempo indeterminado. Segundo Robertinho, que é proprietário de todo o patrimônio do clube-empresa, os motivos para a atitude são muitos, mas que uma traição por parte de um funcionário e de pais de atletas das categorias de base foi culminante.
“Estou desmotivado e sem perspectiva de que a coisa melhore. É difícil você trabalhar em prol do esporte e não receber o reconhecimento de investidores e nem mesmo dos meus atletas. Na SC Cup (competição nacional sub-16 co-organizada por Robertinho), três atletas e o treinador da equipe juvenil negociaram contratos com outros clubes pelas minhas costas”, lamentou.
Robertinho diz estar muito chateado com a complacência dos pais dos atletas em relação à negociação feita sem seu consentimento. “Os meninos começaram aqui no Imbituba quando pequenos. Fizemos um trabalho de lapidação, investimos e nos comprometemos com eles, e na hora de colher os frutos vem uma traição desta. Foi muita falta de consideração”, explica o cartola.
De acordo com o presidente, o Imbituba fecha as portas até março e só volta às atividades com o futebol se aparecerem investidores ou alguém que gerencie o clube em seu lugar. “Estou muito desmotivado. Isso tudo que construí é fruto de um sonho que tive. Porém, vejo que é muito difícil quando não se tem apoio. Se aparecer quem queira tocar o clube, posso arrendar ou outro tipo de negócio. Eu quero descanso e curtir melhor minha família”, desabafou.
“Estou desmotivado e sem perspectiva de que a coisa melhore. É difícil você trabalhar em prol do esporte e não receber o reconhecimento de investidores e nem mesmo dos meus atletas. Na SC Cup (competição nacional sub-16 co-organizada por Robertinho), três atletas e o treinador da equipe juvenil negociaram contratos com outros clubes pelas minhas costas”, lamentou.
Robertinho diz estar muito chateado com a complacência dos pais dos atletas em relação à negociação feita sem seu consentimento. “Os meninos começaram aqui no Imbituba quando pequenos. Fizemos um trabalho de lapidação, investimos e nos comprometemos com eles, e na hora de colher os frutos vem uma traição desta. Foi muita falta de consideração”, explica o cartola.
De acordo com o presidente, o Imbituba fecha as portas até março e só volta às atividades com o futebol se aparecerem investidores ou alguém que gerencie o clube em seu lugar. “Estou muito desmotivado. Isso tudo que construí é fruto de um sonho que tive. Porém, vejo que é muito difícil quando não se tem apoio. Se aparecer quem queira tocar o clube, posso arrendar ou outro tipo de negócio. Eu quero descanso e curtir melhor minha família”, desabafou.
3 de nov. de 2011
Porto de Imbituba faz 89 anos
Do carvão à modernização, Porto de Imbituba passou por diferentes fases. Hoje os preparativos para expansão apontam para o desenvolvimento de toda a região sul.
Em 3 de novembro de 1922 o empresário Henrique Lage fundava, no Rio de Janeiro, a Cia. Docas de Imbituba, três anos depois do pedido de autorização do Ministério de Viação para o início das obras do porto. O objetivo era construir um porto que atendesse à demanda do carvão catarinense e se tornou o ponto de partida para o crescimento de Imbituba. A partir da enseada na qual foi construído um trapiche, o Porto de Imbituba nasceu como o primeiro passo da realização de um sonho de progresso, que hoje desponta para o sucesso permanente.
No início Henrique Lage usou recursos dos navios da Companhia Nacional de Navegação Costeira, herança de seu pai, e o auxílio do amigo engenheiro Álvaro Catão, investindo no Porto e na cidade, construindo casas e oferecendo infraestrutura para os trabalhadores, planejando o crescimento para que no futuro não houvesse problemas para os moradores. Neste ponto podem-se destacar a Granja Henrique Lage, a escola e a Indústria Cerâmica Imbituba (Icisa) que aproveitava a argila branca da região na produção de louças.
Em 1931 as movimentações de carvão cresceram em razão de um decreto que obrigava as empresas brasileiras a consumir 10% de carvão nacional, em relação às toneladas importadas. A infraestrutura do Porto era pequena e foi ampliada para melhorar as operações, com um cais de acostagem de aproximadamente 100m de comprimento, novos guindastes, locomotivas e empilhadeiras. O embarque mecânico do carvão suportava 300 toneladas por hora. Em 1942 o contrato de concessão foi assinado e a Companhia Docas de Imbituba passou a ter permissão para explorar o tráfego do Porto.
No início da década de 70 o Porto ainda vivia do carvão mineral. A Indústria Carboquímica Catarinense (ICC) aproveitava os rejeitos do material transformando-os em ácido fosfórico para a produção de fertilizantes. Em 1979 um cais especial de 245m foi construído em parceria com o Governo Federal, para escoar toda a produção. Na mesma época uma esteira para transportar a rocha fosfática até a ICC foi montada para evitar o transporte em caminhões.
A crise do petróleo nos anos 80 aumentou a procura pelo carvão como combustível, afinal, todo o mundo foi afetado. Neste período o Porto recusava algumas cargas por causa da grande movimentação. Durante toda a década, dois a quatro milhões de toneladas por ano foram movimentadas. O carvão vinha principalmente da Siderúrgica de Carvão em Criciúma, mas também de minas em Urussanga, Lauro Muller, Orleans e Guatá, transportadas pela Ferrovia Tereza Cristina ou pelas rodovias. Como destinos principais, Vitória (ES), Santos (SP), Rio de Janeiro e Antonina (PR).
Em 3 de novembro de 1922 o empresário Henrique Lage fundava, no Rio de Janeiro, a Cia. Docas de Imbituba, três anos depois do pedido de autorização do Ministério de Viação para o início das obras do porto. O objetivo era construir um porto que atendesse à demanda do carvão catarinense e se tornou o ponto de partida para o crescimento de Imbituba. A partir da enseada na qual foi construído um trapiche, o Porto de Imbituba nasceu como o primeiro passo da realização de um sonho de progresso, que hoje desponta para o sucesso permanente.
No início Henrique Lage usou recursos dos navios da Companhia Nacional de Navegação Costeira, herança de seu pai, e o auxílio do amigo engenheiro Álvaro Catão, investindo no Porto e na cidade, construindo casas e oferecendo infraestrutura para os trabalhadores, planejando o crescimento para que no futuro não houvesse problemas para os moradores. Neste ponto podem-se destacar a Granja Henrique Lage, a escola e a Indústria Cerâmica Imbituba (Icisa) que aproveitava a argila branca da região na produção de louças.
Em 1931 as movimentações de carvão cresceram em razão de um decreto que obrigava as empresas brasileiras a consumir 10% de carvão nacional, em relação às toneladas importadas. A infraestrutura do Porto era pequena e foi ampliada para melhorar as operações, com um cais de acostagem de aproximadamente 100m de comprimento, novos guindastes, locomotivas e empilhadeiras. O embarque mecânico do carvão suportava 300 toneladas por hora. Em 1942 o contrato de concessão foi assinado e a Companhia Docas de Imbituba passou a ter permissão para explorar o tráfego do Porto.
No início da década de 70 o Porto ainda vivia do carvão mineral. A Indústria Carboquímica Catarinense (ICC) aproveitava os rejeitos do material transformando-os em ácido fosfórico para a produção de fertilizantes. Em 1979 um cais especial de 245m foi construído em parceria com o Governo Federal, para escoar toda a produção. Na mesma época uma esteira para transportar a rocha fosfática até a ICC foi montada para evitar o transporte em caminhões.
A crise do petróleo nos anos 80 aumentou a procura pelo carvão como combustível, afinal, todo o mundo foi afetado. Neste período o Porto recusava algumas cargas por causa da grande movimentação. Durante toda a década, dois a quatro milhões de toneladas por ano foram movimentadas. O carvão vinha principalmente da Siderúrgica de Carvão em Criciúma, mas também de minas em Urussanga, Lauro Muller, Orleans e Guatá, transportadas pela Ferrovia Tereza Cristina ou pelas rodovias. Como destinos principais, Vitória (ES), Santos (SP), Rio de Janeiro e Antonina (PR).
Fonte: www.cdiport.com.br
16 de set. de 2011
Rosa Sul: Protesto com faixas lembra o abandono
Na manhã desta sexta-feira, 16/09, um grupo de 10 ambientalistas fixou três faixas com frases em protesto pelo abandono e o descaso com a Praia do Rosa Sul.
De acordo com o Sr. Beto, que acompanhou o protesto, a área das escadarias que dá acesso a praia esta caindo e a estrada esta desbarrancando nas duas laterais.
Outro ponto salientado no protesto foi um problema que tem relação com os mariscos vermelhos que estão acabando com os mariscos pretos, fato que já ocorreu e outras praias do estado que acabaram por eliminar o marisco preto. Beto enfatizou que é necessária uma ação rápida do poder público para minimizar estes problemas.
22 de ago. de 2011
Fuga do presídio de Imbituba deixa população em alerta
Uma das maiores fugas do sistema prisional na região da Amurel foi registrada na tarde de ontem, em Imbituba. Treze homens escaparam da Unidade Prisional Avançada (UPA) e, até o fechamento desta edição, apenas dois haviam sido recapturados. Um dos procurados foi preso na manhã de sábado, após sequestrar dois homens em Capivari de Baixo.
Os 13 homens deixaram a UPA de Imbituba por volta das 16h. “Eles arrebentaram a grade do teto do pátio durante o banho de sol e fugiram pelo telhado. Vamos registrar um boletim de ocorrência e tudo que envolver a fuga será apurado durante uma sindicância que deve ser instaurada pela Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania”, declara o diretor da unidade, Fabrício Faustina da Rosa.
Assim que a fuga foi percebida por agentes, foram acionadas as polícias de Tubarão, Laguna, Garopaba e Paulo Lopes. “Cercamos toda a área e conseguimos recapturar dois. Agora, estamos aguardando os demais saírem do matagal onde estão escondidos. Está muito frio e eles não irão aguentar muito tempo sem procurar um abrigo”, afirma o comandante da PM de Imbituba, major Evaldo Hoffmann.
Ainda ontem, comerciantes foram aconselhados a fechar os estabelecimentos e a população, a ficar dentro de casa. “Para que todos estejam mais seguros, pedimos para que não circulassem pelas ruas, evitando reféns. Entre os foragidos há criminosos perigosos, como o acusado de sequestrar os moradores de Capivari de Baixo e outro detento do Rio Grande do Sul, acusado de homicídio”, aponta o major.
Ontem, a direção da UPA encaminhou as fotos de todos os foragidos para a redação. Denúncias sobre o paradeiro dos detentos podem ser repassadas de forma anônima para a Polícia Civil através do 197 e para a Polícia Militar através do 190.
Presídio Regional – A última fuga com maior número de detentos registrada na região da Amurel ocorreu em abril do ano passado, no Presídio Regional de Tubarão. Doze homens escaparam após escavar um buraco. Na época, o administrador da unidade era o policial militar Décio Paquelin.
Fonte: Diário do Sul
Foto: Poícia Militar
Os 13 homens deixaram a UPA de Imbituba por volta das 16h. “Eles arrebentaram a grade do teto do pátio durante o banho de sol e fugiram pelo telhado. Vamos registrar um boletim de ocorrência e tudo que envolver a fuga será apurado durante uma sindicância que deve ser instaurada pela Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania”, declara o diretor da unidade, Fabrício Faustina da Rosa.
Assim que a fuga foi percebida por agentes, foram acionadas as polícias de Tubarão, Laguna, Garopaba e Paulo Lopes. “Cercamos toda a área e conseguimos recapturar dois. Agora, estamos aguardando os demais saírem do matagal onde estão escondidos. Está muito frio e eles não irão aguentar muito tempo sem procurar um abrigo”, afirma o comandante da PM de Imbituba, major Evaldo Hoffmann.
Ainda ontem, comerciantes foram aconselhados a fechar os estabelecimentos e a população, a ficar dentro de casa. “Para que todos estejam mais seguros, pedimos para que não circulassem pelas ruas, evitando reféns. Entre os foragidos há criminosos perigosos, como o acusado de sequestrar os moradores de Capivari de Baixo e outro detento do Rio Grande do Sul, acusado de homicídio”, aponta o major.
Ontem, a direção da UPA encaminhou as fotos de todos os foragidos para a redação. Denúncias sobre o paradeiro dos detentos podem ser repassadas de forma anônima para a Polícia Civil através do 197 e para a Polícia Militar através do 190.
Presídio Regional – A última fuga com maior número de detentos registrada na região da Amurel ocorreu em abril do ano passado, no Presídio Regional de Tubarão. Doze homens escaparam após escavar um buraco. Na época, o administrador da unidade era o policial militar Décio Paquelin.
Fonte: Diário do Sul
Foto: Poícia Militar
8 de ago. de 2011
Imbituba e Laguna discutem limites territorias na justiça
Oficialmente, o balneário faz parte dos dois municípios, mas as prefeituras brigam na Justiça para estabelecer de forma clara o limite criado em 1948 e modificado em 2007. O limite imaginário da Lei 247, de 1948, determina que apenas uma pequena parte de Itapirubá, na chamada Praia Sul, pertença a Laguna. Mas a Lei Estadual 13.993, de 2007, fez com que a divisa se deslocasse mais ao Norte. Esse "canetaço" aumentou o território de Laguna e diminuiu o de Imbituba.
— A lei de 2007 é uma repetição da de 1948. Foram incluídas coordenadas geográficas mais precisas, que na década de 1940 não estavam disponíveis e, por isso, a linha imaginária mudou — explica o procurador fiscal da prefeitura de Laguna, Ricardo Silveira.
Como ninguém quer perder nem um metro de terra sequer, a situação foi parar na Justiça. A questão, hoje, é analisada na Vara da Fazenda Pública de Florianópolis. O juiz deve determinar uma perícia técnica para que um profissional da UFSC determine os limites corretos.
— A lei é inconstitucional. Como o município de Imbituba não tem autonomia para contestar essa lei de 2007, fizemos um pedido ao Ministério Público que nos deu parecer favorável. Queremos que volte o antigo limite — conta o procurador da prefeitura de Imbituba, Zulmar Duarte de Oliveira Júnior.
Moradores
Na prática, o dia a dia dos moradores de Itapirubá está muito mais vinculado a Imbituba do que a Laguna. O serviço de abastecimento de água é um exemplo. Algumas residências localizadas na área de Laguna recebem a fatura da Casan com o endereço como se fosse Imbituba, cuja prefeitura recolhe quase todo o lixo.
— Pertencer a dois municípios deveria ser positivo, pois receberíamos assistência de duas prefeituras e isso seria ótimo. Porém, Laguna deixa a desejar, pois a prefeitura pouco investe aqui — resume o presidente da associação de moradores de Itapirubá, Carlos Alberto da Silva.
Apesar da entrada principal do balneário estar nos limites de Laguna, um luminoso com saudações em português, espanhol e inglês indica que Itapirubá fica em Imbituba. Segundo levantamento da associação de moradores, a população fixa é de 550 habitantes na parte de Imbituba e 220 na de Laguna. No verão, o balneário chega a ficar com 5 mil pessoas. E muitas delas voltam para casa sem saber direito se passaram suas férias em Laguna ou Imbituba.
Fonte: DC Online e TVBV
— A lei de 2007 é uma repetição da de 1948. Foram incluídas coordenadas geográficas mais precisas, que na década de 1940 não estavam disponíveis e, por isso, a linha imaginária mudou — explica o procurador fiscal da prefeitura de Laguna, Ricardo Silveira.
Como ninguém quer perder nem um metro de terra sequer, a situação foi parar na Justiça. A questão, hoje, é analisada na Vara da Fazenda Pública de Florianópolis. O juiz deve determinar uma perícia técnica para que um profissional da UFSC determine os limites corretos.
— A lei é inconstitucional. Como o município de Imbituba não tem autonomia para contestar essa lei de 2007, fizemos um pedido ao Ministério Público que nos deu parecer favorável. Queremos que volte o antigo limite — conta o procurador da prefeitura de Imbituba, Zulmar Duarte de Oliveira Júnior.
Moradores
Na prática, o dia a dia dos moradores de Itapirubá está muito mais vinculado a Imbituba do que a Laguna. O serviço de abastecimento de água é um exemplo. Algumas residências localizadas na área de Laguna recebem a fatura da Casan com o endereço como se fosse Imbituba, cuja prefeitura recolhe quase todo o lixo.
— Pertencer a dois municípios deveria ser positivo, pois receberíamos assistência de duas prefeituras e isso seria ótimo. Porém, Laguna deixa a desejar, pois a prefeitura pouco investe aqui — resume o presidente da associação de moradores de Itapirubá, Carlos Alberto da Silva.
Apesar da entrada principal do balneário estar nos limites de Laguna, um luminoso com saudações em português, espanhol e inglês indica que Itapirubá fica em Imbituba. Segundo levantamento da associação de moradores, a população fixa é de 550 habitantes na parte de Imbituba e 220 na de Laguna. No verão, o balneário chega a ficar com 5 mil pessoas. E muitas delas voltam para casa sem saber direito se passaram suas férias em Laguna ou Imbituba.
Veja o vídeo com matéria da TVBV:
Fonte: DC Online e TVBV
4 de ago. de 2011
IGP - Instituto Geral de Perícias instalará posto de identificação em Imbituba
Através do empenho da equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho e Habitação - Sedesth, juntamente com o apoio da Delegacia de Polícia da Comarca de Imbituba por intermédio do delegado Luiz Carlos Jeremias, Imbituba passa, a partir do final deste mês, a contar com um Posto de Identificação do Instituto Geral de Perícia (IGP).
A proposta foi formalizada em reunião realizada nesta segunda-feira (1), na Prefeitura Municipal, pelo prefeito José Roberto Martins, durante a qual o delegado Jeremias cedeu uma sala da Delegacia de Polícia para as futuras instalações do posto na cidade. De acordo com a secretária Valéria Rodrigues, o número de pedidos de confecção de carteiras de identidades vem aumentando consideravelmente nestes últimos meses e nada mais justo que oferecer a população mais este benefício. Com a criação do posto de identificação do IGP, a carteira de identidade que é encaminhada a cidade de Laguna e leva até 30 dias para ser confeccionada, passará a ficar pronta no máximo em 10 dias. Participaram da reunião o procurador geral do município Zulmar Duarte de Oliveira Júnior, a diretora da Secretaria Sinara Ramos Pires de Farias, o assessor Paulo Roberto e a chefe do setor de identidade Rute Maria.
Fonte e foto: Jornal Popular
A proposta foi formalizada em reunião realizada nesta segunda-feira (1), na Prefeitura Municipal, pelo prefeito José Roberto Martins, durante a qual o delegado Jeremias cedeu uma sala da Delegacia de Polícia para as futuras instalações do posto na cidade. De acordo com a secretária Valéria Rodrigues, o número de pedidos de confecção de carteiras de identidades vem aumentando consideravelmente nestes últimos meses e nada mais justo que oferecer a população mais este benefício. Com a criação do posto de identificação do IGP, a carteira de identidade que é encaminhada a cidade de Laguna e leva até 30 dias para ser confeccionada, passará a ficar pronta no máximo em 10 dias. Participaram da reunião o procurador geral do município Zulmar Duarte de Oliveira Júnior, a diretora da Secretaria Sinara Ramos Pires de Farias, o assessor Paulo Roberto e a chefe do setor de identidade Rute Maria.
Fonte e foto: Jornal Popular
27 de jul. de 2011
Lideranças políticas de Garopaba e Imbituba reuniram-se com Vice-governador Pinho Moreira
Aconteceu na segunda-feira (25) no gabinete do vice governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) uma reunião com a comitiva do partido de Imbituba. O intuito da reunião que era alêm de resolver problemas causados por algumas arestas dentro do PMDB de Imbituba também definir apoios políticos para 2012. Na reunião comparecem o prefeito de Garopaba Luiz Nestor, e lideranças fortes do partido em Imbituba como o Ex- prefeito Osny Souza filho, Selma Elias Westphal, Vereador Valdir Rodrigues e os Secretários municipais Luiz Claudio carvalho de Souza e Mario Cesar de Souza, querendo agregar nos projetos de desenvolvimento do PMDB que tem como sua principal meta política se fortalecer no município de Imbituba e buscar alianças para a disputa eleitoral de 2012 e que pelo andar da carruagem vai em direção a um apoio integro ao PSDB que pretende lançar o pré-candidato Jaison Cardoso, nome que o partido vem trabalhando há algum tempo e que vem se consolidando como o mais forte dentro da sigla Tucana.
Já o PMDB que se coloca como o melhor aliado hoje para a aliança que já existe entre os partidos que compõem a base governista vem com uma grande nominata de pré-candidatos que se dispõem a participar de uma possível formação de uma majoritária entre o PSDB e o PMDB em Imbituba.
Segundo a Senadora Selma Elias Westphal a maioria do partido firma comungar das mesmas idéias do PSDB (partido do atual prefeito Beto Martins) “Vamos trabalhar para o melhor para o partido e o município. Devemos fortalecer posturas dentre elas, a maior de todas a democracia, assunto que este partido luta desde a época da Ditadura Militar. Vamos apoiar tudo que a comissão regional do partido de Imbituba decidir.”
De acordo com a senadora, lutar pelo desenvolvimento de várias áreas, como educação, saúde vai ser a principal militância do PMDB junto ao PSDB.
Após a reunião partidária o Prefeito de Imbituba Beto Martins e o Prefeito de Garopaba Luiz Nestor foram chamados ao Gabinete do vice Governador para confraternizar com os presentes.
Frente ao vice governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) e Beto Martins (PSDB) as lideranças presente na reunião ratificarão o apoio ao projeto político que o PSDB de Imbituba busca para o ano de 2012.
Fonte e foto: Página Aberta
Já o PMDB que se coloca como o melhor aliado hoje para a aliança que já existe entre os partidos que compõem a base governista vem com uma grande nominata de pré-candidatos que se dispõem a participar de uma possível formação de uma majoritária entre o PSDB e o PMDB em Imbituba.
Segundo a Senadora Selma Elias Westphal a maioria do partido firma comungar das mesmas idéias do PSDB (partido do atual prefeito Beto Martins) “Vamos trabalhar para o melhor para o partido e o município. Devemos fortalecer posturas dentre elas, a maior de todas a democracia, assunto que este partido luta desde a época da Ditadura Militar. Vamos apoiar tudo que a comissão regional do partido de Imbituba decidir.”
De acordo com a senadora, lutar pelo desenvolvimento de várias áreas, como educação, saúde vai ser a principal militância do PMDB junto ao PSDB.
Após a reunião partidária o Prefeito de Imbituba Beto Martins e o Prefeito de Garopaba Luiz Nestor foram chamados ao Gabinete do vice Governador para confraternizar com os presentes.
Frente ao vice governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) e Beto Martins (PSDB) as lideranças presente na reunião ratificarão o apoio ao projeto político que o PSDB de Imbituba busca para o ano de 2012.
Fonte e foto: Página Aberta
7 de jun. de 2011
Limites municipais de Garopaba são debatidos em Comisão da Câmara de Vereadores
No final do mês que passou (25/05) realizou-se importante reunião na Câmara Municipal de Vereadores de Garopaba, em sua coluna no GMidia.com o Prof Rui Barcellos dá detalhes sobre seu acompanhamento e dos trabalhos da Comissão que estuda os limites do município e os bairros da cidade.Participaram da reunião da comissão os vereadores, Jackson , Targino, Julião, Marinho e o Assessor Jurídico Quaresma. Segundo o prof Rui, o Vereador Jackson, presidente da comissão, está tratando o assunto com a seriedade que ele merece.
O entrave para a definição dos limites do município encontra-se principalmente na zona sul da cidade, mais precisamente na divisa com Imbituba. De acordo com levantamento da Marinha do Brasil de 1956, em mãos do prof Rui, consta como sendo limite dos dois municípios a ponta do Ouvidor. No referido mapa a ponta do Ouvidor esta situada na parte sul da Praia Vermelha.
No entendimento do Prof Rui Barcellos, que insiste neste assunto há mais de 10 anos, a expressão no referido mapa não é Praia do Ouvidor, mas simplesmente Ouvidor, o que certamente naquela época tinha outro significado.
A solução deste problema, que tem trazido dificuldades para as comunidades envolvidas, inclusive com o recebimento de dois carnês de IPTU, um de Garopaba e outro de Imbituba, tem que acontecer o mais breve possível, para que danos maiores não ocorram.
"Espero que esta demarcação seja a correta. Temos que saber oficialmente onde termina Garopaba e onde começa Imbituba", salientou o profesor Rui.
Fonte e foto: http://www.gmidia.com/ / Rui Barcellos
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